sexta-feira, 11 de junho de 2010

Malbecão

A foto que postei no blog, relata o momento pelo qual me apaixonei pela uva Malbec em harmonização com cortes de argentinos.
"Como não pensei nisso antes?" São as coisas óbvias que estão na nossa frente, basta não ter pré-conceitos e quebrar barreiras pessoais. Hoje, não tenho mais essas barreiras quando o assunto é gastronomia. Tive uma formação um pouco limitada dos sabores universais, porém meus primeiros contatos com a alimentação foram muito ricos pelas rusticidades de nossos pratos e pela excelente mão de minha mãezinha (simples e fantástica).
O leite que sempre consumi na infância era direto da vaca do sítio do avo-patriarca da família, assim como muitos ingredientes do dia a dia. Carnes frescas, legumes, saladas, etc. Tudo muito fresco, sujo com a boa terra que o fez crescer.
Na escola de gastronomia não consigo entender o por quê de alguns alunos ainda resistirem a mudanças de percepção e paladar. Barreiras parecem ser imensas e mostradas através de uma "carafeia" quando se pensa em mistura improváveis.
Voltando ao Malbec, felizes dos argentinos, que têm essa riqueza de sabores e qualidade tão perto. "Mas quem se importa né? Nós temos mais títulos em copa!" (Afff!)

Nenhum comentário:

Postar um comentário